domingo, 16 de novembro de 2008

Superstições do ontem e do hoje

A poucos minutos choveu. Começaram os relâmpagos e tudo mais o que se tem direito numa boa chuva de verão em Manaus. Desliguei a tv, tirei a tomada do computador, fechei as janelas e fui ver o que mais minha mãe queria. Ela se vira pra mim e diz "vai colocar uma camisa". Aí eu respondi "por que mãe?" já sabendo a resposta mas querendo saber por que uma senhora cristã estaria com vãs superstições. "Porque eu mandei" foi a resposta mais convincente que ela conseguiu me dar. É o jeito.

Pensando sobre esse tipo de coisa percebi que realmente é difícil largar hábitos enraizados tão profundamente em nossas mentes. Mesmo que no fundo percebamos o quão ilógica é essa idéia. O quão ilógico é pensar que uma sandália virada de cabeça pra baixo traz doença, ou estar na frente de um espelho chama raio. Quer dizer, qual a lógica disso? O raio vai entrar pela janela e me acertar? Ou mesmo toda a casa? Coisa mais sem noção essa...

E as superstições que cultivamos agora? Aquelas que vão atormentar nossos filhos mais tarde. Você conseque pensar em alguma?

2 comentários:

*anjinha* disse...

A história do gato preto, não passar por baixo da escada...
=]

Ah... sonhos são sonhos!
Não costumo contá-los.

Bjus, até... =]

girlenemedeiros disse...

Pois é.
Esse é tipo de coisa que as pessoas falam e não sabem dizer a razão disso.